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Segunda-feira, 1 de setembro de 2014
O CICLO VIRTUOSO DA INOVAÇÃO EM ERP

É impossível falar em mundo globalizado sem abordar a economia. Esta ciência mexe diariamente com a vida de bilhões de pessoas em todo o planeta. O sobe e desce nas Bolsas de Valores e a recessão, que toma de assalto diversos países, principalmente na Europa, são temas constantes dos noticiários.

Se pegarmos emprestado um conceito da própria economia, ao tomarmos conhecimento de notícias como estas, iremos perceber que elas estão em um círculo vicioso. Neste universo, trata-se de uma armadilha em que a economia fica presa e dificilmente consegue sair sem consequências. Fazendo uma analogia, a sensação é de que vemos a mesma coisa todos os dias e que as soluções são intangíveis.

O inverso deste conceito é o ciclo virtuoso. Se o primeiro tem um caráter negativo, o segundo é positivo. No virtuoso, percebe-se uma série de fenômenos que se interligam naturalmente e provocam a sua repetição cíclica.

E é nesta segunda definição que se encaixam os sistemas ERP (Entreprise Resource Planning). Para quem ainda não sabe do que se trata, são softwares desenvolvidos com o objetivo de minimizarem a ingerência dos processos empresariais. Eles funcionam como uma base de dados, que interagem e se realimentam a cada informação inserida.

A partir desta linha de raciocínio, companhias de diversos setores perceberam que a aquisição deste ativo é essencial para a competitividade. As mudanças não são apenas para quem adota o sistema, mas também para o mercado e até mesmo para a sociedade. É um movimento contínuo e positivo que conta com a contribuição da tecnologia.

Do ponto de vista das empresas, além da competitividade, o ERP também traz benefícios como a otimização dos controles internos e a agilidade em todos os processos, inclusive os mais complexos, como os que envolvem tributos ou gestão de pessoas. Para as equipes é uma quebra de paradigmas e um ganho de eficiência. Deste modo, vai se renovando o ciclo virtuoso.

E ao contrário do que muitos pensam, a utilização de um ERP não terá como consequência a redução do quadro funcional, pois para um existir e funcionar, precisa do outro para gerenciar. Bom para a empresa e para o colaborador.

Walmir Scaravellié Diretor Comercial e sócio-fundador da Mega Sistemas Corporativos, empresa que oferece soluções tecnológicas diferenciadas de gestão empresarial para companhias que atuam nos segmentos de Construção, Logística, Manufatura, Combustíveis, Agronegócios e Serviços.


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