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Segunda-feira, 1 de agosto de 2016
TECNOLOGIA X MANUFATURA EM PROL DO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Estudo aponta que mercado de tecnologia da informação voltará a crescer no Brasil em 2017

Parece que a luz no fim do túnel para os mais diversos setores da economia brasileira começa a dar sinais de aproximação. Os recentes índices divulgados por alguns institutos indicam que a confiança de alguns segmentos, e também dos consumidores, cresceu.

Entre eles, está o Índice de Confiança da Indústria (ICI), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com o Instituto, no mês de julho, o índice avançou pela quinta vez seguida e atingiu o maior patamar registrado desde novembro de 2014: alta de 3,7 pontos, chegando a 87,1 pontos. Também registraram alta o Índice da Situação Atual (ISA-S) – 4,0 pontos, chegando a 85,2 pontos - e o Índice de Expectativas (IE-S) – 3,3 pontos, subindo para  89,0 pontos.

De acordo com o Gerente de Marketing da Mega Sistemas Corporativos, Bruno Scaravelli, esta nova perspectiva pode ser o pontapé inicial para a retomada dos investimentos por parte dos setores público e privado. “São momentos como estes que ajudam o mercado a procurar por soluções que ajudarão as empresas no gerenciamento empresarial e, consequentemente, conter os gastos. E, neste sentido, os empreendedores podem contar com os sistemas de gestão empresarial, também conhecido por ERPs”, afirma.

Entre os softwares direcionados à indústria está o Mega Manufatura. A solução é indicada para as companhias que desejam gerir todo o seu processo produtivo e controlar seus custos. “A tecnologia permite saber o que, quando e como produzir e comprar. Com ele, também é possível identificar quais recursos estão disponíveis para auxiliá-la a conquistar e manter altos níveis de desempenho e eficiência”, informa Scaravelli.

“Além disso, o Mega Manufatura ajuda o gestor a realizar o planejamento das suas necessidades futuras, controlar a capacidade produtiva, acompanhar o estoque (matérias-primas, semiacabados, produtos finais), programar as atividades de produção, os recursos alocados por setor e prever prazos de produção e entrega. Ao ter a sua companhia totalmente controlada, ele pode se tornar mais competitivo e, consequentemente, se colocar à frente no mercado”, explica o executivo.

As boas notícias não param por aí. Segundo estimativas do “Instituto Internacional de Finanças (IIF)”, órgão sediado em Washington (EUA) e formado por mais de 500 instituições financeiras, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pode cair 3,3% este ano (antes, a previsão era de queda de 4,5%. E para 2017, a instituição estima um crescimento de apenas 1%).

Já uma pesquisa da “Gartner” estima que o mercado de Tecnologia da Informação (TI) deve retomar seu crescimento. A expectativa é de aumentar em 2,6% os investimentos na área, ajudando a impulsionar diversos setores da economia nacional, inclusive, o de manufatura.


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