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Segunda-feira, 18 de novembro de 2013
PARA MANTER A COMPETITIVIDADE, INDÚSTRIAS PRECISAM INVESTIR

Alinhada a esta demanda, Mega Sistemas Corporativos oferece ERP, que contribui para o ganho de eficiência e produtividade do setor.

Números da Organização Mundial do Comércio (OMC) soam como um alerta à indústria brasileira e dão um recado claro: é preciso aumentar a competitividade. Dados divulgados recentemente revelam que o Brasil é uma das economias que menos participam das cadeias globais de valor e também um dos países menos integrados nas redes de acordos comerciais.

Segundo a OMC, apenas 10% do valor agregado das exportações brasileiras têm participação estrangeira. A Organização revela ainda que, enquanto vizinhos têm maior acesso ao mercado mundial, como o Chile, com 62 acordos, Colômbia, com 60, e o Peru que tem acesso preferencial a 52 mercados, o Brasil só conseguiu assinar 22 acordos.

Para não perder mais dinheiro, as indústrias brasileiras precisam mudar este cenário. E é nessa hora que surge a dúvida: o que fazer para melhorar este cenário? Primeiro, é preciso entender o que faz com que uma indústria seja mais competitiva e uma série de fatores contribui para isso: o ambiente macroeconômico, desenvolvimento de mercados, a educação, eficiência do Estado, os financiamentos e a infraestrutura. Além, é claro, dos investimentos em tecnologia.

Para o sócio-diretor da InformAction Consultoria Empresarial, empresa parceira da Mega Sistemas Corporativos, Toninho Fernandes, a modernização é fundamental para enfrentar a globalização e aumentar a competitividade das indústrias do país. “A inovação tecnológica está diretamente relacionada à capacidade de superação de barreiras técnicas impostas pelo mercado internacional aos nossos produtos industriais. Portanto, este tipo de investimento precisa de mais atenção dos empresários”, explica.

Pensando nisso, a Mega Sistemas Corporativos, desenvolveu um ERP exclusivo para o setor industrial. O Mega Manufatura disponibiliza ferramentas que permitem ao empresário saber, por exemplo, o quê, quando e como produzir ou comprar e quais são os recursos disponíveis para que a empresa conquiste e mantenha altos níveis de desempenho e eficiência. “Com este software é possível realizar o planejamento de necessidades futuras, o controle da capacidade produtiva, de estoque, programação das atividades de produção, recursos alocados por setor e previsão dos prazos de produção e entrega”, detalha Fernandes.

Com mais de 200 clientes já desfrutando da solução de gestão da companhia, a Mega Sistemas Corporativos aposta na mudança de mentalidade do empreendedor. Para o executivo, hoje só não se moderniza quem não quer, pois os pacotes de serviços possuem preços acessíveis e sua utilização é simples e didática. “Na Mega, por exemplo, o empresário dispõe de uma linha de financiamento, em até 36 vezes, que cobre não apenas o custo do software, como toda a consultoria para implantação do sistema”, informa.

RESULTADO

Recentemente, a principal escola internacional de negócios – Insead – constatou que as tecnologias estão, sim, melhorando a competitividade das empresas. Um estudo realizado com 225 multinacionais de países do primeiro mundo mostrou que as companhias que investem seriamente em TI podem mais do que dobrar as chances de serem altamente competitivos - de 35% para 74% - e, consequentemente, superar os seus pares.

Os resultados de uma pesquisa da Information and Communications for Development, do Banco Mundial (Bird), corroboram esta tese e apontam que, nos países em desenvolvimento, as companhias que investem em TI crescem 9,5 vezes mais que os concorrentes que não possuem projetos na área. “Está claro que, com o gerenciamento da companhia sob total controle, a empresa ganha competitividade e eficiência e consegue se manter à frente no seu mercado”, destaca Fernandes.

Em 2022, ano em que o país completa 200 anos de independência, 2,2% de toda a produção mundial de industrializados será de produtos fabricados no Brasil, segundo estimativas da CNI. “A escalada da indústria a esses patamares, no entanto, requer um ambiente mais adequado à competitividade”, finaliza.


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