Sexta-feira, 25 de outubro de 2013
TURNOVER: TERMÔMETRO DE INSATISFAÇÃO OU SÍMBOLO DA ESTAGNAÇÃ

A grande rotatividade de colaboradores dentro das organizações caracteriza um fenômeno que gera preocupação em gestores de equipes de todo o mundo. O turnover – nome dado para o “entra e sai” de profissionais em uma empresa – ainda é visto como um dos principais indicadores de satisfação do trabalhador. Quando excessivo, significa que algo está errado com a companhia ou sua gestão. Muito baixo, pode refletir uma estagnação ou apontar para um quadro funcional com pouca ambição de desenvolvimento e crescimento.

Existe uma corrente de profissionais que prega que a permanência em uma mesma corporação por mais de dois anos pode ser sinônimo de falta de objetivos e até um elemento de desvalorização do currículo do indivíduo. Mas há divergências a respeito. De modo geral, os principais fatores para um elevado índice de turnover são a desmotivação, a ausência de um plano de carreira conciso, o flerte com a concorrência ou uma necessidade plausível de realizar projetos ou sonhos pessoais não aderentes às atividades profissionais atuais. Nesse cenário, a única verdade absoluta é que as empresas estão cada vez mais preocupadas em estudar o que leva os funcionários a continuarem ou não em suas funções e por quanto tempo.

Contudo, há setores que não vivem este dilema e TI é um deles. O baixo turnover, inclusive, é objeto de desejo de todos os gestores. Com o apagão de talentos, que se abate sobre este ramo de atividade, sai na frente quem consegue manter bons profissionais em seus quadros por um maior período de tempo e, sobretudo, felizes.

Na Mega Sistemas Corporativos, destaque no desenvolvimento de soluções tecnológicas diferenciadas de gestão empresarial para companhias que atuam nos segmentos de Construção, Logística, Manufatura, Combustíveis, Agronegócios e Serviços, o índice de turnover é muito baixo, apenas 15%. Mas este resultado está longe de ser considerado plenamente satisfatório. O objetivo é reduzi-lo ainda mais. Outra realidade invejável é a permanência dos profissionais na empresa. Cerca de 30% dos funcionários trabalham na corporação há pelo menos 05 anos e se consideram satisfeitos, sentimento que é comprovado pelo reconhecimento público das boas condições de trabalho oferecidas – a empresa está classificada entre as Melhores Empresas para Trabalhar do País nos setores de TI & Telecom há quatro anos consecutivos. Se levarmos em conta aqueles que atuam há mais de 10 anos na companhia, os índices chegam a 11%, taxa elevada em relação à média de mercado.

Mas o que viabiliza estes resultados? A percepção de que os valores da empresa são praticados de forma uniforme por toda equipe, políticas bem definidas, capacitação contínua e a oferta de um pacote de remuneração e benefícios competitivo são alguns dos principais fatores que promovem o bom clima organizacional e desejo de construção de carreira longeva na própria organização.

Mariana Almeida é Gerente de Recursos Humanos da Mega Sistemas Corporativos, empresa que oferece soluções tecnológicas diferenciadas de gestão empresarial para companhias que atuam nos segmentos de Construção, Logística, Manufatura, Combustíveis, Agronegócios e Serviços. A executiva é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Gestão de Pessoas.

www.mega.com.br


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