Sexta-feira, 8 de maio de 2015
SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS NÃO CAÍREM NA INADIMPLÊNCIA

Em um cenário econômico de incertezas, como cumprir os compromissos financeiros, reduzir as despesas e ainda manter o ritmo de crescimento

Passados os quatro primeiros meses de 2015, a economia continua sendo o tema central das discussões em diversos países do mundo. Se lá fora o comprometimento financeiro de pessoas e empresas já é preocupante, no Brasil, a situação também não é diferente. Informações da Boa Vista SCPC apontam que, depois de dois anos de relativa estabilidade, a inadimplência das empresas brasileiras enfrenta um novo período de aceleração. Isto se deve, principalmente, por fatores como forte incerteza econômica, altos níveis de inflação e das taxas de juros e a consequente retração do crédito.

De acordo com uma avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma parcela considerável das empresas brasileiras pode ter dificuldades para pagar suas dívidas, boa parte delas afetadas pelo o que analistas consideram um “choque nos lucros”, especialmente no setor de energia. Ainda segundo informações do FMI, nos últimos anos, houve um aumento da dívida em dólar das empresas brasileiras. No ano passado, esses débitos equivaliam a 15% do PIB (em 2007, esse número representava10% do PIB).

Neste cenário pouco promissor, as empresas têm buscado soluções inovadoras para conseguir cumprir os compromissos financeiros, reduzir os custos operacionais e ainda manter o ritmo de crescimento. “Diversos são os caminhos a serem explorados com o objetivo de superar os desafios e consolidar as oportunidades para continuar crescendo em um momento de crise. Entre eles, está a adoção de uma solução tecnológica, como um ERP, por exemplo, que poderá auxiliar no controle de todas as operações desempenhadas pela companhia, bem como mensurar o desempenho dos negócios”, informa o diretor de Marketing e Alianças da Mega Sistemas Corporativos, Walmir Scaravelli.

Segundo Scaravelli, os sistemas de gestão permitem saber o que, quando e como produzir ou comprar, além de quais recursos estão disponíveis para que a empresa conquiste e mantenha um desempenho de alto nível. “Além de ajudar a não contrair dívidas e manter o gerenciamento da companhia sob controle, o ERP também contribui para ganhar competitividade em um mercado cada vez mais exigente”, complementa o executivo.

Em tempos de ajustes na economia, gerenciar as despesas corporativas e os recursos direcionados ao pagamento de benefícios oferecidos aos colaboradores e incentivos também é essencial. Neste sentido, a Sorovale, administradora de benefícios e convênios do grupo Sorocred, oferece uma série de ferramentas para os gestores, que vão desde cartões de benefícios àqueles utilizados para auxiliar na gestão efetiva da empresa. São eles:

1 –Cartão Auto:poderá ser utilizado para fins de abastecimento e manutenção automotiva dos veículos da frota interna ou como ajuda de custo aos funcionários, que utilizam veículo próprio. Substitui o vale combustível e elimina os riscos de movimentação de dinheiro interno.

2 – Cartão Empresarial:com ele, as despesas corporativas serão facilmente administradas de forma online, com total segurança e agilidade. A empresa tem a possibilidade de utilizar o cartão para as compras de materiais e realização de serviços internos, despesas de filiais, reembolso de despesas e nos serviços externos realizados por funcionários, estabelecendo as regras de valores, periodicidade e locais permitidos para utilização dos recursos.

3 – Cartões Incentivo (Cesta de Natal e Presente): o primeiro tem o intuito de otimizar a famosa cesta física ou até mesmo como um complemento da mesma. Por meio dele, o colaborador poderá adquirir itens alimentícios que não constam nas cestas físicas, complementando, assim, a sua Ceia de Natal. Já o segundo é uma ferramenta utilizada para presentear clientes externos e internos em datas comemorativas, realizar campanhas de incentivo e fidelização, entre outras finalidades.

4 – Pague Certo!: sob o ponto de vista da educação financeira, surge como uma solução que ajuda a reduzir e/ou eliminar o nível de endividamento dos colaboradores. Ele permite um adiantamento de até 30% do salário, sem a cobrança de juros, a ser descontado em folha de pagamento. E o único custo do colaborador com o cartão é uma tarifa de R$ 4,99, cobrada apenas no mês em que o benefício for utilizado (uma única vez, independentemente da quantidade de compras / utilizações no período. Se ele não utilizar, o valor não será cobrado).

“Administrar benefícios e oferecer soluções de pagamentos para empresas e seu quadro funcional faz parte do nosso dia a dia. Cada vez mais, percebemos o interesse de organizações que buscam controle, inovação e praticidade no gerenciamento de suas despesas corporativas. Neste sentido, costumo dizer que oferecemos a garantia dos grandes e, tão importante quanto, o atendimento aos pequenos. E isto é possível por meio da personalização do contato com o empreendedor e do entendimento de suas necessidades para com o seu patrimônio maior, os seus colaboradores”, finaliza o diretor-presidente da Sorovale, Giovanni Santini.


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