Sexta-feira, 18 de setembro de 2015
SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS NÃO CAÍREM NA INADIMPLÊNCIA

Em um cenário econômico de incertezas, como cumprir os compromissos financeiros, reduzir as despesas e ainda manter o ritmo de crescimento.

2015 já está se encaminhando para sua reta final e a economia continua sendo o tema central das discussões em diversos países do mundo. Se lá fora o comprometimento financeiro de pessoas e empresas continua preocupante, no Brasil, a situação também não é diferente. Informações da Boa Vista SCPC apontam que, depois de dois anos de relativa estabilidade, a inadimplência das empresas brasileiras, novamente, enfrenta um novo período de aceleração. Isto se deve, principalmente, por fatores como forte incerteza econômica, altos níveis de inflação e das taxas de juros e a consequente retração do crédito.

De acordo com uma avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma parcela considerável das empresas brasileiras pode ter dificuldades para pagar suas dívidas, boa parte delas afetadas pelo o que analistas consideram um “choque nos lucros”, especialmente no setor de energia. Ainda segundo informações do FMI, nos últimos anos, houve um aumento da dívida em dólar das empresas brasileiras. No ano passado, esses débitos equivaliam a 15% do PIB (em 2007, esse número representava 10% do PIB).

Neste cenário pouco promissor, as empresas têm buscado soluções inovadoras para conseguir cumprir os compromissos financeiros e tributários, reduzir os custos operacionais e ainda manter o ritmo de crescimento. “Diversos são os caminhos a serem explorados, com o objetivo de superar os desafios e consolidar as oportunidades para continuar crescendo em um momento de crise. Entre eles, está a adoção de uma solução tecnológica, como um ERP, por exemplo, que poderá auxiliar no controle de todas as operações desempenhadas pela companhia, bem como mensurar o desempenho dos negócios”, informa o diretor de Marketing e Alianças da Mega Sistemas Corporativos, Walmir Scaravelli.

Segundo Scaravelli, os sistemas de gestão permitem saber o que, quando e como produzir ou comprar, além de quais recursos estão disponíveis para que a empresa conquiste e mantenha um desempenho de alto nível.

 “Além de ajudar a não contrair dívidas e manter o gerenciamento da companhia sob controle, o ERP também contribui para o ganho de competitividade em um mercado cada vez mais exigente”, finaliza Scaravelli.


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