Terça-feira, 5 de abril de 2016
MITOS E VERDADES DA IMPLANTAÇÃO DE UM ERP PARA O SETOR DE COMBUSTÍVEIS

Executivo da Mega Sistemas Corporativos fala sobre as principais questões que preocupam empreendedores e gestores. 

Apesar da retração em diversos segmentos da economia brasileira, o aumento da produção de petróleo superou a meta fixada para 2015: a produção de petróleo atingiu, pela primeira vez nos últimos treze anos, a marca de 2,128 milhões de barris por dia (bpd), segundo o Plano de Negócios e Gestão, da Petrobras. O número significa uma alta de 4,6% se comparado a 2014, sendo 0,15% acima dos 2,125 milhões previstos para o ano passado.

Ainda que os números possam parecer modestos, eles chegam a trazer um ponto positivo para o cenário econômico do Brasil, que conta com estimativas nada otimistas por parte de muitos especialistas. “Pode parecer redundante, mas é fato de que o nosso país enfrenta uma crise não só econômica e política, mas, sobretudo, de confiança. Não há como negar isso. No entanto, não podemos ficar apenas lamentando e conjecturando o que pode vir a acontecer. Em um período como este, os gestores devem considerar a importância de olhar para os seus negócios visando otimizar seus processos, planejar e traçar estratégias para investimentos e estar preparados para o reaquecimento da economia”, afirma o Diretor da Unidade de Combustíveis da Mega Sistemas Corporativos, Ricardo Abe.

O executivo explica que uma dessas estratégias diz respeito à implantação de tecnologias que possam impulsionar o negócio, como a adoção de um sistema ERP (Enterprise Resourse Planning na sigla em inglês), mais conhecido como sistema de gestão empresarial. “Os ERPs são importantes aliados das empresas, inclusive para as que trabalham com combustíveis. Eles ajudam a gerenciar toda a empresa e atuam como um grande arquivo, com dados que interagem e se realimentam a cada nova informação que é gerada e/ou inserida e suas informações podem ser consultadas instantaneamente para qualquer tomada de decisão”, explica.

Muitos gestores, porém, ainda ficam em dúvida antes de optar pela implantação de um ERP e isto se deve ao fato de que a adoção deste tipo de sistema pode gerar mudanças em todas as áreas corporativas. E neste contexto, Abe aproveita para desmitificar alguns mitos e verdades que envolvem o assunto. Confira:

 

1 – OS SISTEMAS APRESENTAM ALTO CUSTO PARA SUA IMPLANTAÇÃO

MITO – Normalmente, as empresas se amedrontam pelo investimento inicial. No entanto, devem ter em mente que se trata de um investimento em longo prazo, bem como os benefícios que serão conquistados, como a diminuição de retrabalho, eliminação de erros que podem gerar perdas e multas e, principalmente, a obtenção de uma visão gerencial mais eficiente. Não é raro no segmento de combustíveis encontrarmos situações em que erros ou divergências de informações acarretam em multas/prejuízos que superam em muitas vezes o valor de implantação de um ERP.

 

2 – ALGUNS COLABORADORES PODEM APRESENTAR RESISTÊNCIA À IMPLANTAÇÃO

VERDADE – Como se sabe, muitas pessoas são resistentes a mudanças, pelo menos num primeiro momento. E com a implantação de uma ferramenta como o ERP não seria diferente. Os motivos são diversos, tais como o receio de não se adaptar à nova plataforma, o medo de reestruturações em suas tarefas e até mesmo de demissões devido à otimização de processos ou de erros anteriores que possam ficar em evidência. Para que isto não aconteça, é imprescindível o comprometimento e a comunicação transparente por parte de todos os envolvidos.


3 – A IMPLANTAÇÃO É LENTA E DEMORADA

MITO – Com a equipe comprometida somado a uma metodologia eficaz de implantação, é possível, mesmo com as suas atribuições do dia a dia ou com a realização de todos os processos internos, realizar o projeto no tempo planejado. Mesmo quando a empresa tem muitos processos, uma implantação por fases permite obter os benefícios mais rapidamente.

 

4 – É NECESSÁRIO TREINAMENTO

VERDADE – Durante o processo de implantação é normal surgirem algumas dificuldades. Quanto mais os envolvidos estiverem treinados, mais preparados estarão para enfrentá-las e, com isso, garantir o desempenho esperado.

 

5 – O ERP SÓ ATENDE ALGUMAS MODALIDADES DE NEGÓCIOS

MITO – Há sistemas habilitados para atender as demandas dos mais diversos segmentos. A Mega, por exemplo, desenvolve sistemas de gestão para combustíveis, logística, serviços,  construção civil, indústria, agronegócios. Além disso, a empresa também desenvolve sistemas que se adaptam a qualquer tipo de empresa, todos focados em automatizar os processos administrativos, contábeis e financeiros. 


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