Terça-feira, 5 de janeiro de 2016
IMPLANTAR UM ERP REDUZ CUSTOS E AJUDA A TER VISÃO AMPLA PARA 2016... 2017... 2018...

Um dos objetivos de toda empresa é unir objetividade com resultados e eficiência, certo? E é justamente esta uma das funções dos ERPs (Entreprise Resource Planning), softwares de gestão integrada que oferecem suporte à administração, finanças, departamento comercial e outras áreas do ambiente corporativo. São sistemas responsáveis por organizar e controlar custos, realizar planejamentos estratégicos e otimizar diversos processos internos a partir da unificação de informações.

Ao optar pela implantação de um ERP, diversos fatores devem ser considerados. Um deles diz respeito ao grau de aderência deste software às necessidades da empresa. Outro está relacionado ao valor a ser direcionado para iniciar o processo. “Vale ressaltar que o software precisa ser ajustado de acordo com as especificidades de cada organização. Só assim será possível reduzir a burocracia, agilizar processos e ainda ter uma visão geral da empresa. Seja qual for o segmento, esta redução pode ser enorme após a implantação do ERP” explica o diretor comercial da Mega Sistemas Corporativos, Giovanni Sugamosto.

Os custos de implementação de um ERP são variáveis. Dependem do porte da empresa e principalmente, de suas necessidades. Há trinta anos, a Mega desenvolve ERPs para os mais variados segmentos: Construção, Manufatura, Serviços, Combustível, Agronegócio e Logística. “Temos respostas sempre positivas dos nossos parceiros, muitos cases bem sucedidos. Além de agilizar e otimizar processos, eles trazem visões bem otimistas em relação ao custo-benefício. Num deles, um sistema usado pelo setor de manufatura, por exemplo, possibilitou que o percentual de perdas fosse reduzido praticamente a zero dentro da fábrica”, ressalta.

De acordo com o executivo, uma empresa que decidir implantar um sistema empresarial terá basicamente, três custos:
 

  • Licença de Uso: geralmente, é cobrada por usuário. Esse valor é pago uma única vez.
     
  • Manutenção: também é cobrada por usuário. Hoje, os investimentos giram em torno de 4% dos valores da Licença de Uso ao mês. Este valor é pago mensalmente e é usado para que a empresa que desenvolveu o ERP possa mantê-lo sempre atualizado.
     
  • Consultoria de implantação: na maioria das vezes, essa parte corresponde a mais de 50% do projeto e é cobrado por hora trabalhada. Um projeto típico pode levar de 300 horas em uma empresa de pequeno porte a cerca de 3.000 horas em uma de grande porte.

 

Além dos investimentos citados anteriormente, o executivo ressalta a importância da empresa ter consciência que a implantação do ERP só terá sucesso se houver investimento em processos internos e eventual mudança de cultura da empresa. “Uma empresa não deve pensar que o ERP por si só vai resolver todos os problemas existentes.  Continuar trabalhando  sem processos definidos pode comprometer os resultados esperados. Certamente, após a conclusão do projeto, com um sistema bem configurado, usuários treinados e processos definidos, a empresa irá operar seu negócio de maneira mais assertiva e eficiente”, finaliza Sugamosto.


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