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Quarta-feira, 10 de junho de 2015
TECNOLOGIA AJUDA EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO E SERVIÇOS

De acordo com projeções da consultoria norte-americana Gartner, os investimentos em tecnologia da informação atingirão este ano, no Brasil, US$ 125,3 bilhões. As empresas vêem o investimento como uma porta para ampliar controle e reduzir custos.

Em algum momento do seu dia a dia você já deve ter ouvido falar em TI. Mesmo não sabendo sobre o que se trata, já precisou dos serviços de um profissional especializado para resolver algum problema relacionado à sigla. Para quem não sabe, a abreviatura para Tecnologia da Informação pode ser definida como o conjunto das atividades e soluções fornecidas por recursos computacionais cujo objetivo é permitir a obtenção, o armazenamento, o acesso e o gerenciamento, bem como o uso das informações. As aplicações, por sua vez, estão ligadas às mais diversas áreas.

Apesar da retração da economia enfrentada por vários países em 2014, o setor não deixou de receber investimentos, o que sinalizou para um cenário positivo em 2015. De acordo com projeções da consultoria norte-americana Gartner, o investimento mundial em TI deve chegar a US$ 3,9 trilhões, um crescimento de 3,9% se comparado ao ano passado. E os números também são expressivos para o Brasil, onde os investimentos podem atingir US$ 125,3 bilhões, um crescimento de 5,7% sobre os US$ 118,5 bilhões projetados pela empresa para 2014.

Considerando todas as turbulências econômicas vivenciadas do ano passado até este momento, as empresas têm utilizado a tecnologia como investimento em busca da redução de custos e onerações com a falta de controle, desperdícios, retrabalhos e a alta demanda de entregas tributárias no país.

O setor da construção, por exemplo, que encerrou 2014 sob a ameaça de uma bolha imobiliária, agora vivencia uma mudança de cenário com os efeitos da operação lava-jato, que abriu mercado para que as médias e pequenas empreiteiras disputem o espaço das grandes empresas fragilizadas nos processos de concessão. Mas cautela continua sendo a palavra de ordem. E para não enfrentar surpresas indesejadas, construtoras e incorporadoras devem estar mais atentas no que se refere à previsão do custo da obra e ao acompanhamento dos gastos. “Isto é essencial para que o gestor responsável possa comparar aquilo que estava previsto com o que está sendo realizado. Dessa maneira, ele terá tempo hábil para solucionar eventuais problemas que possam aparecer durante o percurso“, afirma Robson Gomes, Diretor da Mega Sistemas Corporativos – Unidade Natal.

Para isso, as empresas podem contar com algumas soluções tecnológicas específicas para o setor da construção civil, caso do ERP “Mega Construção”. “Nosso sistema foi desenvolvido para atender a qualquer tipo de empreendimento, bem como apoiar construtoras e incorporadoras no gerenciamento de todas as suas operações. Os módulos são direcionados para incorporação; urbanismo; construção civil e construção pesada. De forma integrada e em tempo real, o gestor tem acesso a indicadores que permitem conferir a viabilidade do empreendimento; acompanhar e controlar a obra de forma eficiente e até mesmo gerir as vendas. Além disso, o ERP também possibilita a criação de um canal de atendimento ao cliente”, explica Gomes.

Além disso, outro cenário que também vem sendo favorecido pela expansão de atividades de consultoria, assistência técnica, manutenção, projetos especiais, dentre outras, é a área de serviços, demonstrando a importância crescente da participação de empresas prestadoras de serviços no volume de negócios realizados no Brasil. Alinhada a esta demanda, a Mega oferece para o segmento um software gerencial específico: o Mega Serviços. “A solução écapaz de auxiliar, de forma ágil, eficiente e inovadora, empresas do segmentoem seus processos de gestão de projetos técnicos, assistência técnica e manutenção de ativos”, explica o diretor.

A ferramenta ainda utiliza o conceito de gestão multiuso, com funcionalidades específicas, que podem ser utilizadas em conjunto ou isoladamente, de acordo com o perfil de atuação de cada cliente. “O sistema funciona como um facilitador da gestão corporativa, permitindo reduzir custos, aumentar os controles internos e de terceiros, além de proporcionar ainda maior eficiência em resultados e tempo de execução de tarefas”, conclui o executivo.


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